| ENG Outward turn SPA Outward turn (giro de apertura) Other Iberian Languages Still to be coined |
origens
Susan Bassnett e David Johnston, em sua introdução monográfica de 2019 na revista The Translator (25:3), propõem o nome, mas, como se observa nesta entrada, durante a década, vai-se criando um contexto prévio, que a própria Bassnett começa a apontar em seu capítulo de 2011, que oferece o terreno fértil apropriado para o surgimento desta nova definição de tradução que aproxima nossa disciplina de outras, abrindo-a para a transdisciplinaridade. Como Bassnett e Johnston destacam na mencionada introdução, a “virada de abertura” propõe uma visão não linear da tradução que transita entre conceitos relacionados a diferença, simultaneidade, contingência, mobilidade e hospitalidade. É uma concepção palimpsêstica da tradução que a enriquece com sua abertura a outras disciplinas.
outros nomes
A virada rumo a outras disciplinas. O mais próximo seriam os “conceitos viajantes” de Mieke Bal (2002). A tradução, nessa virada, torna-se um conceito viajante.
resumo
Atualmente, no século XXI, se quisermos responder à enorme diversidade de textos aos quais a modernidade líquida deu origem, às graves situações de assimetria, à constante interação e ao choque entre culturas, a tradução precisa deixar de se voltar para si mesma e se tornar um conceito viajante, compreendendo que é, atualmente, uma atividade presente em praticamente todos os campos epistemológicos. Vista dessa forma, a atividade tradutória desperta interesse, como esta entrada tenta demonstrar, não apenas em disciplinas tradicionais, mas também em outras, como arte, música, dança, sociologia, mídias digitais, ativismo, etc.
ficha
| María Carmen África Vidal Claramonte | |
| 2022 | |
| Vidal Claramonte, María Carmen África. 2022. "Outward Turn (virada de apertura)" @ ENTI (Enciclopédia de Tradução e Interpretação). AIETI. | |
| https://doi.org/10.5281/PENDING | |
| https://www.aieti.eu/enti/outward_turn_POR |